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8º Forum Internacional de Resíduos - Curitiba, Junho de 2017
Realizado desde 2007, o Forum Internacional de Resíduos Sólidos - FIRS passou a ter periodicidade anual em 2013, onde nos anos pares este vem sendo realizado em seu estado de origem, Rio Grande do Sul, e nos anos ímpares é itinerante. Organizado pelo Instituto Venturi Para Estudos Ambientais, o Forum vem atraindo cada vez mais instituições, formando uma rede de conhecimentos na área. Desde a sua quarta edição, contamos com o apoio acadêmico da Universidade de Brasília – UnB e da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos. Na edição atual, contamos também com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR.
8º Forum Internacional de Resíduos - Curitiba, Junho de 2017
Realizado desde 2007, o Forum Internacional de Resíduos Sólidos - FIRS passou a ter periodicidade anual em 2013, onde nos anos pares este vem sendo realizado em seu estado de origem, Rio Grande do Sul, e nos anos ímpares é itinerante. Organizado pelo Instituto Venturi Para Estudos Ambientais, o Forum vem atraindo cada vez mais instituições, formando uma rede de conhecimentos na área. Desde a sua quarta edição, contamos com o apoio acadêmico da Universidade de Brasília – UnB e da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos. Na edição atual, contamos também com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR.
Nos últimos três anos, sob a coordenação acadêmica da Escola Politécnica da Unisinos, a submissão de trabalhos científicos vem crescendo em número e qualidade, promovendo o intercâmbio entre a produção científica e investidores públicos e privados para motivar o surgimento de novas empresas de base tecnológica.
O FIRS consolida-se como um importante evento técnico-científico realizado no Brasil sobre temáticas relacionadas a resíduos sólidos. Apresenta uma visão ampla do assunto que abrange desde estudos acadêmicos até a visão governamental e empresarial. Tem como principal meta contribuir com a criação de um espaço para a troca de conhecimentos e experiências no âmbito da gestão de resíduos, produção mais limpa e avaliação de ciclo de vida, bem como o estabelecimento de um mercado para a reciclagem e recuperação de resíduos, transformando estes em coproduto com valor agregado e incorporando a difusão de políticas e programas que promovam relações comerciais sustentáveis.

http://www.firs.institutoventuri.org.br/br/

Técnica usada pela 1ª vez no Brasil faz rio no ES voltar a ter vida
Troncos de eucaliptos estão ajudando a trazer mais vida para um rio importante do Espírito Santo. A técnica usada no Brasil pela primeira vez já aumentou em mais de 80% a quantidade de peixes. É a natureza se recuperando através da própria natureza, no Rio Mangaraí, que fica em Santa Leopoldina, na região Serrana do estado.
Técnica usada pela 1ª vez no Brasil faz rio no ES voltar a ter vida
Troncos de eucaliptos estão ajudando a trazer mais vida para um rio importante do Espírito Santo. A técnica usada no Brasil pela primeira vez já aumentou em mais de 80% a quantidade de peixes. É a natureza se recuperando através da própria natureza, no Rio Mangaraí, que fica em Santa Leopoldina, na região Serrana do estado.
Os resultados começaram a aparecer quase um ano após o início do projeto Renaturalize, em um trecho de 200 metros do Rio Mangaraí, que é um dos principais afluentes do Rio Santa Maria da Vitória, que abastece a Grande Vitória.
O projeto é pioneiro em todo o país e na América latina. A tecnologia foi trazida da Inglaterra, após uma aplicação bem sucedida nos afluentes do Rio Tâmisa.
A técnica, basicamente, consiste na colocação dos troncos em pontos do rio. Os troncos amarrados com cabos de aço formam redutos. A estrutura conseguiu reduzir a velocidade da água, o que permite uma infiltração maior no lençol freático.
Outra vantagem, além de oxigenar a água, é que os troncos também ajudam a reter os sedimentos que descem o rio e que assoreiam não só o afluente, mas também o rio principal. Os troncos conseguem segurar este material. Em um ponto do Rio Mangaraí, em dez meses foram retiradas 67 toneladas de sedimentos.
O projeto também permitiu um aumento da biodiversidade no rio. Nos remansos formados pelos troncos ficam acumuladas folhas e, com o tempo, um lodo se forma no local. Tudo isso se transforma em alimentos para a fauna, que aproveita o local para se recuperar da correnteza.
Antes da técnica, o fundo do rio era todo homogêneo, o que é nocivo, é como se fosse uma floresta de uma espécie só, então poucos animais sobreviviam nesse ambiente. Com a madeira, formam-se lugares com ramas, cascalho, o que cria maior heterogeneidade, e logo, maior biodiversidade.
A comunidade foi envolvida no processo, aprenderam a instalar a madeira. Crianças da escola da região fizeram visitas para aprender os benefícios da madeira dento do rio, tiveram aula prática e desenho, concurso de redação, a intenção é que eles cuidem do espaço no futuro.
A cientista ambiental Carolina Pinto explica a importância dos troncos. "Quando você tem o desmatamento, quando você tem a perda dessas características naturais, essas curvas naturas do rio também se perdem. Então quando você coloca esses elementos naturais de volta no canal, você está trazendo de volta essas curvas, que são os meandros do rio", disse.
Meio Ambiente
Devido aos bons resultados, o projeto Renaturalize pode vir a ser adotado em outros rios capixabas, como explica o secretário de Meio Ambiente, Aladim Cerqueira. Por enquanto já se sabe, segundo ele, que a técnica é aplicável em outros rios, principalmente nos afluentes. O que foi feito em 200 metros do rio trouxe resultados muito bons, em um projeto de baixo custo.
Em paralelo, segundo Aladim, começam a ser implantados no início do próximo ano outros projetos, com recursos do estado e do banco mundial. dentre eles a construção de 200 quilômetros de estradas pavimentadas com um tipo de pavimentação que não lança sedimentos nos rios.
Também serão construídas 12 mil caixas secas e reflorestados mil hectares. Haverá a construção de fossas para evitar o lançamento de esgoto no rio e o treinamento dos produtores em manejo sustentável do solo. Haverá ainda uma gestão do cadastro ambiental rural. Outros projetos financiados pelo governo do estado vão iniciar em 2017.

Película para telhado substitui ar condicionado sem aumentar conta de luz e agredir meio ambiente
Com o calor que faz nos meses de verão no Brasil, é difícil encontrar alguém que não busque alternativas para se refrescar. A principal delas é certamente o ar condicionado. Mas, além de caros, os aparelhos do gênero contribuem para deixar o nosso planeta mais quente, pois emitem gases do efeito estufa, associados ao aquecimento global. Como resolver isso? Estes dois cientistas da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, podem ter a resposta.
Película para telhado substitui ar condicionado sem aumentar conta de luz e agredir meio ambiente
Com o calor que faz nos meses de verão no Brasil, é difícil encontrar alguém que não busque alternativas para se refrescar. A principal delas é certamente o ar condicionado. Mas, além de caros, os aparelhos do gênero contribuem para deixar o nosso planeta mais quente, pois emitem gases do efeito estufa, associados ao aquecimento global. Como resolver isso? Estes dois cientistas da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, podem ter a resposta.


Ronggui Yang e Xiabo Yin são responsáveis pela criação de uma película que poderia substituir o ar condicionado tradicional. A invenção promete ser tão eficiente quanto os aparelhos que conhecemos hoje e funciona sem usar gases para refrigeração ou energia elétrica.

Publicada no início do mês pela revista Science, a descoberta promete ser uma forma sustentável e barata de refrescar ambientes. Para isso, a película se baseia no processo de filtragem dos raios solares que ocorre na atmosfera terrestre, onde alguns comprimentos de onda escapam para o espaço carregando calor. Com base nessa informação, os pesquisadores descobriram como converter o calor indesejado em uma radiação infravermelha no tamanho exato de onda que o planeta expulsa.
Dessa forma, quando a película é colocada sobre o telhado de uma casa, a luz solar é refletida por ela, impedindo que o ambiente se aqueça e fazendo com que o calor interno seja liberado pela atmosfera. A novidade é feita de um tipo de plástico transparente conhecido como polimetilpenteno com o acréscimo de pequenas pedras de vidro. Ele também ganha revestimento de prata em um dos lados, que fica voltado para o interior da casa.

As lâminas resultantes desse processo têm uma espessura de 50 milionésimos de metro e podem ser facilmente acopladas aos telhados de construções, gerando um poder de refrigeração de 93 watts por metro quadrado. Apesar de tanta tecnologia, o material deverá ter um custo de produção de cerca de 50 centavos de dólar por metro quadrado, de acordo com o The Economist. Segundo o EcoGuia, o sistema não utiliza eletricidade, mas exigiria um complemento que fosse capaz de regular os níveis de refrigeração, incluindo um encanamento para carregar o calor do ambiente até o filme, o que provavelmente precisaria utilizar energia elétrica.
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